Artigo publicado na Edição de Agosto/2012, Revista Expansão.
Recentemente, em uma de nossas palestras, uma pessoas de público fez a seguinte pergunta: ‘Se eu lhe desse apenas dois minutos, que dica você me daria para ter mais sucesso na vida?’. Eu respondi:
Em 1979, na universidade americana de Harvard, foi realizada uma pesquisa, em que foi feita a seguinte pergunta a todos os formandos do programa de MBA: ‘Você estabeleceu metas claras, por escrito, para o seu futuro e fez planos para concretizá-las?’.
Verificou-se que a maioria dos entrevistados, mais precisamente 84%, não tinha qualquer tipo de meta, a não ser terminar o ano letivo e curtir o próximo verão. Uma minoria, 13%, tinha metas, mas não por escrito. Apenas 3% dos formandos declaram ter metas claras, específicas e ‘por escrito’.
Dez anos depois, em 1989, os pesquisadores voltaram a entrevistar as mesmas pessoas e constataram que os 13% que tinham metas, mas não por escrito, estavam ganhado, em média, o dobro dos 84% de estudantes que não tinham meta alguma.
Mas, o mais surpreendente foi que os 3% de formandos, que tinham metas claras e ‘por escrito’ ao deixarem Harvard, estavam ganhando, em média, dez vezes mais que os outros 97% juntos.
A principal diferença entre os grupos estava na clareza das metas e no fato delas estarem planejadas e por escrito. Esta pesquisa pode ser encontrada no livro O que não é ensinado na Escola de Administração de Harvard, do autor Mark McCormack. Particularmente, eu já tive a oportunidade de falar para milhares de pessoas em nossas palestras e se me dessem apenas dois minutos para me dirigir a você e eu pudesse lhe transmitir apenas uma ideia que o ajudasse a ter mais sucesso, eu diria: ‘anote por escrito suas metas, faça planos para alcança-las e trabalhe diariamente focado nesta direção. Certamente, você terá uma vida cada vez melhor’.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Conflito de Gerações
Artigo publicado na Edição de Junho/2012, Revista Expansão.
‘Daniel se souber de uma pessoa comprometida para trabalhar conosco, por favor, avisa-nos. Parece que essa gurizada de hoje não quer nada com nada. O que será que está acontecendo?’
Pois eu lhes digo que tudo o que está acontecendo se resume em uma palavra: mudança. Mudança de linguagens, de opiniões, de hábitos e atitudes. Os jovens sempre foram os que mudaram o mundo e, ultimamente, eles o têm mudado muito mais.
Baby Boomers: esta geração teve início logo depois da segunda guerra mundial e recebeu este nome, pois a taxa de natalidade havia aumentado muito, em muitos países. Quando chegaram à adolescência, na década de 60, começaram a mudar o mundo. Com a ajuda da música, foram mudando velhos costumes, lutando pela liberdade, protestando em favor das minorias e contra a injustiça.
Geração X: se os Baby Boomers já tinham causado grandes mudanças, do que os seus filhos seriam capazes? Esta geração, que nasce a partir dos anos 60, era uma incógnita e, por isso foi conhecida como geração Z. Se a geração Baby Boom conquistou o território da juventude, a geração X organizou esse território. Eles se dividiram em vários grupos: roqueiros, punks, góticos, além daqueles influenciados pela cultura hip-hop das danceterias e das raves. Ou você era dessa tribo ou não era.
Geração Y: e foi nesse mundo fragmentado que surgiu a geração seguinte, os bebês que nasceram por volta da décadas de 80 e 90. Esses bebês são a ‘geração Y’ e tornaram-se jovens um pouco antes da virada do milênio. A primeira coisa que eles fizeram foi expandir o conceito da juventude, se casando ou começando a trabalhar um pouco mais tare do que antigamente. Eles são práticos, dinâmicos e fazem muitas coisas ao mesmo tempo, em escala global em tempo real. Eles remixaram todas as tribos das gerações passadas.
Assim, não importa o ano em que você nasceu, as músicas que você ouve e nem as roupas que você veste. Minha sugestão é que procure entender, aceitar e acompanhar as evoluções do mundo. Pois essa é a força que faz a vida permitir a mudança.
‘Daniel se souber de uma pessoa comprometida para trabalhar conosco, por favor, avisa-nos. Parece que essa gurizada de hoje não quer nada com nada. O que será que está acontecendo?’
Pois eu lhes digo que tudo o que está acontecendo se resume em uma palavra: mudança. Mudança de linguagens, de opiniões, de hábitos e atitudes. Os jovens sempre foram os que mudaram o mundo e, ultimamente, eles o têm mudado muito mais.
Baby Boomers: esta geração teve início logo depois da segunda guerra mundial e recebeu este nome, pois a taxa de natalidade havia aumentado muito, em muitos países. Quando chegaram à adolescência, na década de 60, começaram a mudar o mundo. Com a ajuda da música, foram mudando velhos costumes, lutando pela liberdade, protestando em favor das minorias e contra a injustiça.
Geração X: se os Baby Boomers já tinham causado grandes mudanças, do que os seus filhos seriam capazes? Esta geração, que nasce a partir dos anos 60, era uma incógnita e, por isso foi conhecida como geração Z. Se a geração Baby Boom conquistou o território da juventude, a geração X organizou esse território. Eles se dividiram em vários grupos: roqueiros, punks, góticos, além daqueles influenciados pela cultura hip-hop das danceterias e das raves. Ou você era dessa tribo ou não era.
Geração Y: e foi nesse mundo fragmentado que surgiu a geração seguinte, os bebês que nasceram por volta da décadas de 80 e 90. Esses bebês são a ‘geração Y’ e tornaram-se jovens um pouco antes da virada do milênio. A primeira coisa que eles fizeram foi expandir o conceito da juventude, se casando ou começando a trabalhar um pouco mais tare do que antigamente. Eles são práticos, dinâmicos e fazem muitas coisas ao mesmo tempo, em escala global em tempo real. Eles remixaram todas as tribos das gerações passadas.
Assim, não importa o ano em que você nasceu, as músicas que você ouve e nem as roupas que você veste. Minha sugestão é que procure entender, aceitar e acompanhar as evoluções do mundo. Pois essa é a força que faz a vida permitir a mudança.
domingo, 1 de abril de 2012
Tangerina
Artigo publicado na Edição de Abril/2012, Revista Expansão.
Recentemente, meu amigo Ademir compartilhou comigo a história do Buda Siddhartha Gautama e de como podemos comer uma simples tangerina. Ele dizia que podemos viver o momento de duas formas:
Uma, prestamos total atenção a tudo aquilo que estamos fazendo. Observando como tiramos a casca, como estão dispostos os nove gomos, pensando em como a tangerina chegou até as suas mãos, de como ela nasceu de uma árvore, de uma semente, que se alimentou dos elementos terra, água e ar.
A outra forma de comer a fruta é simplesmente engolindo a tangerina, sem prestar atenção naquilo que estamos fazendo, mastigando cada gomo como se fosse qualquer outra coisa. Sem foco. Sem atenção. Sem sentido.
Quantas coisas você tem feito sem prestar a devida atenção?
Será que você tem tido momentos para degustar aquilo que está fazendo com todos os seus sentidos?
Muitos de nós estamos vivendo uma vida em ‘alta velocidade’, em que não há tempo para apreciar cada momento. É como se estivéssemos a bordo um trem bala, em que não podemos olhar a paisagem porque ela passa muito rápido por nossos olhos. Certamente é por isso que muitos tem vontade de gritar: para esse trem, que eu quero descer!
Meu convite a você é para que apenas hoje você preste mais atenção nas coisas que fará. Preste mais atenção ao dar um ‘bom dia’, ao conversar com as pessoas, ao desempenhar uma tarefa no trabalho, ao tomar uma xícara de chá, ao comer um alimento. Mastigue lentamente cada momento, com todos os sentidos do seu ser. Apenas hoje.
Tenho aprendido muito com o meu amigo e mestre Ademir. Ele é certamente um ser à frente do seu tempo. Faça como ele: apenas hoje preste mais atenção ao comer uma tangerina, use todos os seus sentidos nas coisa que faz. Garanto que você terá um dia mais rico, mais completo e mais feliz, e estará construindo uma vida cada vez melhor!
Recentemente, meu amigo Ademir compartilhou comigo a história do Buda Siddhartha Gautama e de como podemos comer uma simples tangerina. Ele dizia que podemos viver o momento de duas formas:
Uma, prestamos total atenção a tudo aquilo que estamos fazendo. Observando como tiramos a casca, como estão dispostos os nove gomos, pensando em como a tangerina chegou até as suas mãos, de como ela nasceu de uma árvore, de uma semente, que se alimentou dos elementos terra, água e ar.
A outra forma de comer a fruta é simplesmente engolindo a tangerina, sem prestar atenção naquilo que estamos fazendo, mastigando cada gomo como se fosse qualquer outra coisa. Sem foco. Sem atenção. Sem sentido.
Quantas coisas você tem feito sem prestar a devida atenção?
Será que você tem tido momentos para degustar aquilo que está fazendo com todos os seus sentidos?
Muitos de nós estamos vivendo uma vida em ‘alta velocidade’, em que não há tempo para apreciar cada momento. É como se estivéssemos a bordo um trem bala, em que não podemos olhar a paisagem porque ela passa muito rápido por nossos olhos. Certamente é por isso que muitos tem vontade de gritar: para esse trem, que eu quero descer!
Meu convite a você é para que apenas hoje você preste mais atenção nas coisas que fará. Preste mais atenção ao dar um ‘bom dia’, ao conversar com as pessoas, ao desempenhar uma tarefa no trabalho, ao tomar uma xícara de chá, ao comer um alimento. Mastigue lentamente cada momento, com todos os sentidos do seu ser. Apenas hoje.
Tenho aprendido muito com o meu amigo e mestre Ademir. Ele é certamente um ser à frente do seu tempo. Faça como ele: apenas hoje preste mais atenção ao comer uma tangerina, use todos os seus sentidos nas coisa que faz. Garanto que você terá um dia mais rico, mais completo e mais feliz, e estará construindo uma vida cada vez melhor!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Tempo para Você
Artigo publicado na Edição de Dezembro/2011, Revista Expansão.
Conta a lenda que o anjo da sombra desceu à terra para falar com os seus discípulos. Disse a eles que estavam agindo de forma errada ao quererem impedir os seres humanos de buscar a luz dentro de si e a luz de Deus. Recomendou que os deixassem agir como quisessem. No entanto, ele ordenou que criassem para os homens tantas atividades, tantas distrações, tantas tarefas na terra, de modo a mantê-los tão ocupados que não tivessem tempo algum para buscar a luz dentro de si e a luz de Deus.
E você? O que tem feito com o seu tempo? Passamos os dias correndo, de um lado para o outro. É família, trabalho, e-mail, Twitter, Facebook, televisão, compromissos sociais, cachorro, papagaio, periquito...
Quanto desse precioso tempo você dedicou exclusivamente para você? Afinal, quem é a pessoa mais importante de sua vida? Seu filho, sua filha, seus pais? Eles certamente são importantes. Mas, a pessoa mais importante para você deve ser você. Não podemos oferecer luz se não estivermos na luz.
Como dar amor a alguém se não temos amor por nós mesmos? Tempo é uma questão de “prioridades”.
Se você me diz que não tem tempo para cuidar de você, então está me dizendo que você não é prioridade. Mas, se sua vida não é prioridade, então o que é prioridade em sua vida?
Esta reflexão me foi proposta pelo meu amigo e mestre Donizete, para que utilizemos melhor o nosso tempo. Dedique alguns minutos para espreguiçar-se ao acordar.
Olhe-se no espelho, sorria e, com alegria, diga sete vezes a si mesmo: BOOOM DIAA!!
Abrase-se, beije-se, elogie-se, ame-se, dê gargalhadas.
Dedique tempo para alimentar-se corretamente, para descansar, para ler, para conversar com o seu eu interior.
Natal é tempo de renascimento. Ano-novo é tempo de vida nova. Renasça para uma nova vida e dedique tempo para você.
Garanto que, em 2012, você será uma pessoa CADA VEZ MELHOR!
Conta a lenda que o anjo da sombra desceu à terra para falar com os seus discípulos. Disse a eles que estavam agindo de forma errada ao quererem impedir os seres humanos de buscar a luz dentro de si e a luz de Deus. Recomendou que os deixassem agir como quisessem. No entanto, ele ordenou que criassem para os homens tantas atividades, tantas distrações, tantas tarefas na terra, de modo a mantê-los tão ocupados que não tivessem tempo algum para buscar a luz dentro de si e a luz de Deus.
E você? O que tem feito com o seu tempo? Passamos os dias correndo, de um lado para o outro. É família, trabalho, e-mail, Twitter, Facebook, televisão, compromissos sociais, cachorro, papagaio, periquito...
Quanto desse precioso tempo você dedicou exclusivamente para você? Afinal, quem é a pessoa mais importante de sua vida? Seu filho, sua filha, seus pais? Eles certamente são importantes. Mas, a pessoa mais importante para você deve ser você. Não podemos oferecer luz se não estivermos na luz.
Como dar amor a alguém se não temos amor por nós mesmos? Tempo é uma questão de “prioridades”.
Se você me diz que não tem tempo para cuidar de você, então está me dizendo que você não é prioridade. Mas, se sua vida não é prioridade, então o que é prioridade em sua vida?
Esta reflexão me foi proposta pelo meu amigo e mestre Donizete, para que utilizemos melhor o nosso tempo. Dedique alguns minutos para espreguiçar-se ao acordar.
Olhe-se no espelho, sorria e, com alegria, diga sete vezes a si mesmo: BOOOM DIAA!!
Abrase-se, beije-se, elogie-se, ame-se, dê gargalhadas.
Dedique tempo para alimentar-se corretamente, para descansar, para ler, para conversar com o seu eu interior.
Natal é tempo de renascimento. Ano-novo é tempo de vida nova. Renasça para uma nova vida e dedique tempo para você.
Garanto que, em 2012, você será uma pessoa CADA VEZ MELHOR!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Borrão de Tinta
Artigo publicado na Edição de Julho/2011, Revista Expansão.
Já na faculdade de arquitetura, era comum ver Bruna fazendo e refazendo seus projetos até a perfeição.
– Filha, você já não havia aprontado esse projeto? – Perguntava-lhe sua mãe.
– Não, joguei esse trabalho no lixo, pois há um detalhe que não ficou como eu queria. Eu quero que fique “perfeito”.
Mara ouvia com freqüência este tipo de resposta de sua filha.
Uma noite, enquanto as duas caminhavam pelo centro de uma praia gaúcha, avistaram em plena calçada um artista pintando paisagens em azulejos. Ele estava reproduzindo uma paisagem de verão, justamente de uma praia ensolarada.
De repente, por um descuido, o artista deixou cair acidentalmente um pingo de tinta preta bem no meio da paisagem. A platéia que assistia com curiosidade lamentou imediatamente o estrago. Mas, como se nada tivesse acontecido, o artista pegou o pincel e transformou aquele pingo de tinta num lindo coqueiro. Agora havia um lindo coqueiro naquela paisagem. O erro se transformou num acerto como que por um passe de mágica. O artista olhou para platéia e disse com naturalidade: “Era para ser assim”.
Quantas vezes ficamos nos lamentando porque as coisas não acontecem “exatamente” como queremos? Quantas vezes deixamos de fazer coisas em nossa vida ou paramos no meio do caminho porque tudo não está “perfeitamente” como planejamos?
Por isso recomendo que desenvolva a “flexibilidade” e adapte-se com rapidez às situações que nos acontecem. Não espere pela hora certa e nem queira que tudo esteja perfeito para fazer algo. Faça já!
Tudo está em seu lugar, a hora certa é AGORA e a pessoa certa é VOCÊ. Seja flexível para ajustar o seu diário de bordo e você terá uma vida CADA VEZ MELHOR.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Contrariado
Artigo publicado na Edição de Junho/2011, Revista Expansão.
Na sua infância, ao desenhar as primeiras vogais, Heinz percebeu que era diferente da maioria de seus colegas. Mesmo escrevendo com a mão esquerda, pois era naturalmente canhoto, foi orientado pelo seu professor a desenvolver a escrita com a mão direita. O rigor da época fez com ele obedece-se o seu “mestre” à risca. E, por mais estranho que pareça, seu Heinz escreve até hoje com a mão direita, mesmo sendo canhoto.
Quando ele conta esta história, costuma dizer que viveu toda sua vida “contrariado”, pois o que ele queria mesmo era escrever com a mão esquerda. Hoje, ele recomenda que se alguém se sente contrariado com algo, deve ter coragem para tomar a decisão necessária e ir em busca do que quer. Por exemplo, se você está trabalhando numa atividade que não lhe dá prazer ou na qual você não é feliz, deve buscar aquilo que verdadeiramente lhe faz feliz.
O grande líder da administração Peter Drucker costumava fazer aos seus colaboradores a seguinte pergunta: “Você está feliz trabalhando aqui?” Se a pessoa demorasse em responder ou tentasse explicar a resposta, era porque na realidade aquele colaborador não estava verdadeiramente feliz.
Esta história me lembra quando certa vez perguntei a um amigo se já havia se casado. Ele me respondeu: “olha só, deixa eu te explicar...”. Tive certeza que a decisão estava distante. Quando estamos verdadeiramente felizes respondemos à pergunta de Drucker com um “sim” imediatamente.
Faça então a experiência. Feche os olhos e afirme: “Sou feliz fazendo o que estou fazendo?”. Se aquela voz que está dentro de você responder que “não”, que você não é feliz fazendo o que está fazendo atualmente, ou algum tipo de dúvida surgir, pode ser um sinal de que algo precisa mudar na sua vida, ou você estará contrariando sua vontade.
Siga o conselho de seu Heinz e vá em busca da felicidade, só assim terá uma vida CADA VEZ MELHOR.
Na sua infância, ao desenhar as primeiras vogais, Heinz percebeu que era diferente da maioria de seus colegas. Mesmo escrevendo com a mão esquerda, pois era naturalmente canhoto, foi orientado pelo seu professor a desenvolver a escrita com a mão direita. O rigor da época fez com ele obedece-se o seu “mestre” à risca. E, por mais estranho que pareça, seu Heinz escreve até hoje com a mão direita, mesmo sendo canhoto.
Quando ele conta esta história, costuma dizer que viveu toda sua vida “contrariado”, pois o que ele queria mesmo era escrever com a mão esquerda. Hoje, ele recomenda que se alguém se sente contrariado com algo, deve ter coragem para tomar a decisão necessária e ir em busca do que quer. Por exemplo, se você está trabalhando numa atividade que não lhe dá prazer ou na qual você não é feliz, deve buscar aquilo que verdadeiramente lhe faz feliz.
O grande líder da administração Peter Drucker costumava fazer aos seus colaboradores a seguinte pergunta: “Você está feliz trabalhando aqui?” Se a pessoa demorasse em responder ou tentasse explicar a resposta, era porque na realidade aquele colaborador não estava verdadeiramente feliz.
Esta história me lembra quando certa vez perguntei a um amigo se já havia se casado. Ele me respondeu: “olha só, deixa eu te explicar...”. Tive certeza que a decisão estava distante. Quando estamos verdadeiramente felizes respondemos à pergunta de Drucker com um “sim” imediatamente.
Faça então a experiência. Feche os olhos e afirme: “Sou feliz fazendo o que estou fazendo?”. Se aquela voz que está dentro de você responder que “não”, que você não é feliz fazendo o que está fazendo atualmente, ou algum tipo de dúvida surgir, pode ser um sinal de que algo precisa mudar na sua vida, ou você estará contrariando sua vontade.
Siga o conselho de seu Heinz e vá em busca da felicidade, só assim terá uma vida CADA VEZ MELHOR.
domingo, 1 de maio de 2011
Quero ser como o meu avô
Artigo publicado na Edição de Maio/2011, Revista Expansão.
Desde os quatro anos de idade, Márcio acompanhava seu avô Walmor no trabalho. Ele era um importante corretor de imóveis da época e fazia questão da companhia do neto, para ensinar-lhe valores como honestidade, trabalho, transparência, entre outros.
Apesar da pouca idade, o neto guardava cada palavra. Ele adorava estar com o seu avô. Algum tempo depois, o menino começou a freqüentar a escola e não podia mais acompanhar seu avô no trabalho. Um dia, chegando em casa, vindo da escola, ao abrir o portão de casa, encontrou
em um furo da trava um Baton de chocolate. Seu avô tinha deixado aquele doce para lembrá-lo do quanto gostava dele.
A partir desse dia, este gesto de amor se repetia todas as tardes. As 16h45, o avô deixava no portão um Baton de chocolate. As 17h o menino chegava da escola e encontrava o doce. O sorriso era a prova do quanto o seu avô gostava dele e de quanto ele era importante. Uma tarde, este sorriso não aconteceu, pois Márcio não encontrou o Baton de chocolate. Seu avô havia falecido.
Os anos se passaram e Márcio é hoje um jovem profissional que vem crescendo em sua carreira como consultor de vendas. Particularmente, posso afirmar que se trata de um homem honesto e muito trabalhador, entre outras qualidades que poderia enumerar. Você lembra com quem ele aprendeu estes valores?
Recentemente, em um dos nossos treinamentos, Márcio colocou um Baton de chocolate na cadeira de cada participante. Quando perguntamos sobre quem era o autor da gentileza, ele respondeu:
– Foi o meu avô Walmor Berger que deixou esse Baton de chocolate para cada um de vocês. Ele continua entre nós através de seu exemplo...
Faça como o avô Walmor: plante em sua família e em sua comunidade exemplos de valores positivos que possa se orgulhar. Só assim teremos um mundo CADA VEZ MELHOR!
Desde os quatro anos de idade, Márcio acompanhava seu avô Walmor no trabalho. Ele era um importante corretor de imóveis da época e fazia questão da companhia do neto, para ensinar-lhe valores como honestidade, trabalho, transparência, entre outros.
Apesar da pouca idade, o neto guardava cada palavra. Ele adorava estar com o seu avô. Algum tempo depois, o menino começou a freqüentar a escola e não podia mais acompanhar seu avô no trabalho. Um dia, chegando em casa, vindo da escola, ao abrir o portão de casa, encontrou
em um furo da trava um Baton de chocolate. Seu avô tinha deixado aquele doce para lembrá-lo do quanto gostava dele.
A partir desse dia, este gesto de amor se repetia todas as tardes. As 16h45, o avô deixava no portão um Baton de chocolate. As 17h o menino chegava da escola e encontrava o doce. O sorriso era a prova do quanto o seu avô gostava dele e de quanto ele era importante. Uma tarde, este sorriso não aconteceu, pois Márcio não encontrou o Baton de chocolate. Seu avô havia falecido.
Os anos se passaram e Márcio é hoje um jovem profissional que vem crescendo em sua carreira como consultor de vendas. Particularmente, posso afirmar que se trata de um homem honesto e muito trabalhador, entre outras qualidades que poderia enumerar. Você lembra com quem ele aprendeu estes valores?
Recentemente, em um dos nossos treinamentos, Márcio colocou um Baton de chocolate na cadeira de cada participante. Quando perguntamos sobre quem era o autor da gentileza, ele respondeu:
– Foi o meu avô Walmor Berger que deixou esse Baton de chocolate para cada um de vocês. Ele continua entre nós através de seu exemplo...
Faça como o avô Walmor: plante em sua família e em sua comunidade exemplos de valores positivos que possa se orgulhar. Só assim teremos um mundo CADA VEZ MELHOR!
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